1968: o ano que não terminou. Pela primeira vez na história os jovens passam a ser maioria no planeta, saem às ruas para mostrar sua insatisfação com a Guerra, com o conservadorismo, e para pedir liberdade de expressão e experimentação. O ano em que o jovem ganhou voz, não podia ter outra trilha sonora que não o Rock and Roll.
O MOFODEU volta a mexer em um dos anos mais importantes da história mundial, desta vez para fazer uma análise do rock durante aqueles 366 dias memoráveis. Em maio de 2008, no MOFODEU #027, vasculhamos pela primeira vez aquele ano, dando um enfoque histórico ao maio de 1968, mês que marcou pelas manifestações estudantis por diversas partes do planeta.
Dessa vez, com apoio de Ricardo Seelig, deixamos a história um pouco de lado e analisamos os principais lançamentos daquele ano. Assim sendo, procuramos fazer uma complementação daquele primeiro episódio, evitando repetir bandas e trazendo faixas que haviam ficado de fora da primeira edição.
Portanto, é fundamental que você ouça essas duas edições para entender o que foi o ano histórico de 1968.
Para ouvir o MOFODEU #087, dê PLAY no MOFOPod
Mofodeu #087: Anuário MOFODEU: 1968 (com o convidado: Ricardo Seelig) [101:58m]: Play Now | Play in Popup | Download
Download: #087 (128 Kpbs – 93MB)
Baixe através do nosso Feed/RSS (saiba mais)
Adicione o MOFODEU no iTunes e baixe através do programa
Para ouvir todos os programas da série “Anuário MOFODEU“, clique aqui.
Acesse também:
- O MOFOBlog, o Blog Oficial do MOFODEU
- MOFODEU #027, sobre o Maio de 1968
- Todos os programas da série “Anuário MOFODEU”
- Twitter de Ricardo Seelig: @ricardoseelig
- Collector’s Room, coluna de Ricardo Seelig do Whiplash!
- Blog e podcast da Collector’s Room
- Vídeos no YouTube do Prateleira, quadro de Ricardo Seelig no programa Estúdio A.
- Textos do MOFODEU na Collector’s Room – Blog Profissional de Bermuda e podcast BermudaCast do @AlmightyPro
- Texto de @FranciscoGB sobre Syd Barrett (Pink Floyd)
- Twitters: @mofodeu, @vitorbemvindo (Profeta Banana) e @mofodeupedia (Enciclopédia do Rock)
Detalhes do podcast:
Mofodeu # 087
Tema: Anuário MOFODEU: 1968
Gravado: 26/03/2010 via Skype
















Outro bom programa. E cada vez mais aprendendo com o Mofodeu. Vou esperar os próximos e prestar atenção no q vcs falarem, mas fiquei triste de saber q pode n chegar ao 100º! Abs!
Eu estava curtindo o feriado santo hoje assitindo dvds musicais, e um deles é uma especie de The Doors convida que tem o cara do The Cult, o cara do Stone Temple Pilots, até o wanna be Eddie Vedder do Creed pinta no DVD, e falando ponto que interessa aqui, o tecladista faz menção a essa parada que vocês disseram que em certo ponto da história norte americana os jovens eram maioria, e a era hippie estava lá engajada contra a guerra ou mesmo clamando uma liberdade sexual, e ele conclue dizendo que infelizmente a maioria hoje é idosa e um dos idosos é ele.
The Band tem uma participação ótima do Festival Espress do Canadá, que se não me engano é de 1970, um pós woodstock que reauni figuras como Janis Joplin, Buddy Guy, Grateful Dead, Shanáná, ou seja quem tiver a opornidade de encontrar numa banda de jornal da vida esse festival compre, vale muito a pena, ver grandes músicos cruzando de trem o canadá, e a cada parada um grande show.
Valeu Mofodeu!!
[...] http://www.mofodeu.com/?p=798 [...]
Esse programa foi uma verdadeira aula de História do Rock!! uma das melhores edições!!
mas q negócio é esse de o MOFODEU não chegar até a edição nº 100?????
Como assim? por quê???
Sem palavras pro programa! Excelente a participação do Ricardo. Que ele participe mais do Mofodeu…
A seleção ficou excelente, também com esse ano não tem como ficar ruim hehe…
Concordei com quase tudo que vcs falaram
Sobre o Clapton e Gilmour, acho que vcs falaram tudo…
Sobre a questão Barrett/Waters, eu concordo também. Até pelo artigo que fiz, o que quis mostrar foi que o Barrett é essencial para o segundo Pink Floyd e sem ele a banda nem teria existido. Também acho os discos da fase Waters/Gilmour mto melhores que o disco de estreia. Não podemos nem endeusar o Syd nem ignorar sua importância.
Gostei mto de vcs terem colocado o Free, uma banda que mtos não conhecem. Mas não queria que o Free tivesse continuado, aí não teríamos Bad Company hehehe
Enfim, mais um Anuário que superou o anterior, espero que continuem no mesmo nível hehe…
E aproveito para elogiar o blog do Ricardo, não costumo comentar mas sempre leio, gosto muito dos artigos
Abraço!
Acho que foi uma das melhores edições do MOFODEU, tanto que me fez vir comentar, o que não costumo fazer.
Um ponto que fiquei satisfeito em ouvir foi em relação ao David Gilmour. Na minha opinião, não há guitarrista que saiba fazer solos tão cheios de emoção como ele. É uma das minhas grandes influências musicais e, com certeza, foi um dos que me fizeram querer tocar guitarra anos atrás.
Foi uma edição foda. Arrisco dizer que a melhor de todas que já ouvi. Parabéns e que o Ricardo Seelig venha mais vezes!
Abraços
Ouvi o programa agora, e ficou muito bom! Seelig ajudou a dar mais uma aula de rock’n roll.
Eu acho que o Pink Floyd, assim como o Scorpions e o Iron Maiden, é mais lembrado pelo vocalista posterior, e não pelo primeiro. Syd Barret que deu toda a idéia daquele som maluco do Floyd, mas vamos concordar que a guitarra e voz de David Gilmour dá grande parte da identidade da banda. Roger Waters é um grande compositor, e mentor de idéias fantásticas, mas, como músico, prefiro o Gilmour. Gosto pessoal meu. Set the Controls for the Heart of the Sun é muito foda! A versão do ao vivo em Pompéia é ainda melhor! É um show para se ouvir e ver.
E Vitor, muito obrigado pela divulgação do Profissional de Bermuda e Bermudacast. Valeu mesmo!
Abraço!